Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer apresentam:
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Festival de Folclore

Grupos Nacionais

Balé Folclórico Sisais

De onde vem o grupo?
Paraíba

              O Balé Folclórico Sisais foi fundado em 09 de Outubro de 2015.
O nome Sisais é uma referência ao Sisal que é extraído do Agave, planta de origem mexicana que faz parte da flora do território da cidade de Pocinhos, o cultivo do Sisal foi a mais importante atividade econômica do município nas décadas de 50 e 60.
            Em 2015, participou do IV Festival Internacional de Folclore do Cariri da cidade de Taperoá-PB; em dezembro do mesmo ano apresentou o Espetáculo "Dançando o Nordeste" em Pocinhos-PB; em 2016 recebeu o título de Ponto de Cultura Sisais reconhecido e certificado pelo Ministério da Cultura; em 2017 participou do 53º Festival de Folclore de Olímpia-SP, em dezembro do mesmo ano, participou do I Festival de Artes de Pocinhos, apresentando o Espetáculo "Nossas Cores, Nossos Ritmos".
            O grupo é coordenado pelos Ativistas Culturais Evandro da Silva Gomes e Erivelton da Cunha Nóbrega e conta com aproximadamente 30 componentes, entre dançarinos e músicos.
O objetivo maior do Sisais é resgatar e preservar a cultura popular através da Dança e da Música, em seu repertório de danças constam: Xaxado, Quadrilha Junina, Xote, Baião, Festa para Yemanjá, Bumba-Meu-Boi, Festa do Rosário, Maracatu, Cavalhada de Argolinhas.

 


Bumba Boi de Nina Rodrigues

De onde vem o grupo?
Maranhão

           Em 28 de março de 1989, com o intuito de preservar e resgatar os traços culturais e remanescentes do Município CONCITA BRAGA, inicia uma pesquisa dentro da Comunidade de Nina Rodrigues, para identificar qual das manifestações popular/cultural representaria com maior dignidade as histórias/estórias, os costumes e valores de um povo.
Foi caracterizado como a mais tênue expressão artístico-cultural, o Bumba-Boi, surgindo assim o BUMBA-BOI DE NINA RODRIGUES ‘’BRILHO DA BALAIADA’’.
            O Bumba Meu-Boi de Nina Rodrigues, vem desde 1990 desenvolvendo junto ao povo maranhense, o resgate cultural através da música, poesia e da arte, na perspectiva de não deixar morrer a nossa historia e a nossa cultura. Desde então, o Boi de Nina Rodrigues, com 27 anos de existência, gravou 05 vinis e 22 CDs, mantendo-se como “Modelo” para os demais grupos culturais em suas coreografias harmônicas e ritmadas, sendo pioneiros na introdução de novos instrumentos não utilizados até então em Bumba Boi de Orquestra, sem perder, no entanto, suas raízes preservando suas características regionais.
            Permeada de tradição e inovação, o Boi de Nina Rodrigues traz não só em sua musicalidade, mas também em sua indumentária o retrato dessa cultura tão peculiar que se desenvolve em torno da lenda de Pai Francisco e sua esposa Catirina que grávida, deseja comer a língua do Boi mais precioso da fazenda.
            Com maestria, Concita Braga ilustra em suas indumentárias a beleza desse auto onde ainda no período de sua criação, apresentava um brilho especial na confecção de suas roupas utilizando materiais disponíveis na pequena cidade de Nina Rodrigues como penas naturais de aves da região e bordados ricos de cor e brilho.
            No crescente cuidado com a perfeição em seu trabalho, o Boi de Nina Rodrigues sempre foi destaque nas festanças Juninas com suas indumentárias cada vez mais belas, levando o público ao deleite visual e musical.
            Boi de Nina Rodrigues, busca resgatar e valorizar acontecimentos históricos através da música, poesia e da arte, na perspectiva de não deixar morrer a nossa história e cultura.


Caipirada Capim Canela

De onde vem o grupo?
Goiás

             A caipirada Capim Canela tem 37 anos, fundada no Itatiaia, leva a cultura junina  a toda a comunidade Goiana. Somos um grupo de dança caipira, as músicas nordestinas e os figurinos, contam a cada ano uma linda história, como nesse ano, nosso tema Revoada de vagalumes..."O amor do Girassol pelo espantalho" Nossa intervenção urbana recria momentos de puro lazer com nossos brincantes dançarinos.

                 Trabalhamos muitos meses, muitos ensaios e reuniões para oferecer ao nosso público um belo espetáculo. E agora almejamos algo maior, queremos dançar no festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis. Assim poderemos incentivar e enraizar a dança em nossos brincantes, oferecendo o melhor da cultura Latino Americana.


Cia de Danças Folclóricas Trilhas da Amazônia

De onde vem o grupo?
Pará

                    A CIA de danças folclóricas Trilhas da Amazônia, firma-se como um grupo de grande porte que surge e se mantém com a proposta de resgatar, preservar e divulgar a cultura popular da região Amazônica, através da dança e da música de projeção folclórica, agregando valores na participação da comunidade que necessita de incentivo cultural indispensável para qualquer região. Fundada no dia 22 de setembro de 2002 sob a direção de Fabio de Almeida Ferreira, Jair Apollo e o coreografo Alessandro Mendes, juntamente com jovens do distrito de Icoaraci – Belém -Pará, o grupo já participou de vários Festivais de folclore Nacionais e Internacionais, entre eles: 
Festival Nacional de Folclore de Olímpia 2010 (São Paulo).
Encontro Nacional de Folguedos 2008 a 2014 (Teresina – Piauí).
Festival Internacional de folclore de Nova Anthália 2013 (Turquía).
Festival de Folclore de Belo Horizonte 2013 (Minas Gerais).
Festival Junino de Caxias 2014 (Caxias - Maranhão).
Programação da Copa do Mundo – MINC 2014 (Rio de Janeiro).
Festival Internacional de Folclore do Ceará 2015 (Fortaleza - Ceará). 
Desfile do Carnaval da Escola de samba X9 – Paulistana – SP 2016.
Festival Internacional de Folclore do Maranhão – São Luís 2016.
            E recentemente na programação do Festival Nacional de Folclore de Olímpia – SP 2017. 
          O grupo nasceu para que suprisse a vontade de todos continuarem envolvidos na divulgação e propagação das manifestações folclóricas de nossa região, sendo que grande parte da equipe já participou de alguma atividade envolvendo a música e a dança nesse gênero, contando com o apoio da comunidade que não mede esforços e segue em frente no intercâmbio entre culturas das diversas regiões do País e do Exterior através de suas danças e de suas músicas, garantindo o acesso de jovens de escolas públicas e da própria comunidade local que necessitam de identidade cultural indispensável para qualquer região.


Companhia de Danças Parafolclóricas Saruê

De onde vem o grupo?
Minas Gerais

          Institucionalizado como projeto permanente, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEx), a Companhia de Danças Parafolclóricos “Saruê”, da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), completou 14 anos de atividade em 2017. 
            Fundada em 29 de março de 2003, a companhia reúne, atualmente, 65 componentes, entre acadêmicos, professores, ex-alunos, servidores técnico-administrativos e pessoas da comunidade, com apresentações em eventos institucionais – seminários, palestras, encontros, fóruns e jornadas cientificas -, além de shows em Minas Geras e Bahia. 
            O projeto de criação surgiu a partir de uma proposta acadêmica de dinamizar o ensino das danças Folclóricas, disciplina ministrada no curso de Educação Física. Embora a companhia tenha como embrião o Departamento de Educação Física e do Desporto, a partir da institucionalização do Saruê, foi viabilizada a participação de acadêmicos e professores vinculados a outros departamentos e cursos da UNIMONTES. 
            O Saruê tem como objetivos conhecer, vivenciar e valorizar as danças folclóricas de representação local, regional, nacional e estrangeira, além de representar a UNIMONTES em eventos internos e externos. 
            A dinâmica da companhia de danças folclóricas vai além dos ensaios e apresentações. É desenvolvido um trabalho contínuo de pesquisa sobre os diversos estilos de dança para, em seguida, dar inicio às técnicas de adequação, como propõe o termo parafolclórico. 
            O repertório da Companhia de Danças Parafolclórias “Saruê” inclui danças como o Carimbó, Lundu, Siriá e Pretinhas D’Angola (Pará); Boi-Bumbá de Parintins (Amazonas); Frevo, Maracatu, Baianá e Xote (Pernambuco); Chorinho (Rio de Janeiro); Xote Carreirinha, Pezinho e Pau de Fitas (Rio Grande do Sul); além das manifestações regionais do Norte de Minas como a Catira, Maria Manteiga e Catopé. 
Algumas apresentações já realizadas:
• Festival Internacional de Montes Claros/MG – 2004, 2006, 2008
• Festival Nacional de Danças de Curvelo/MG – 2008 e 2009
• Festival Internacional de Folclore de Itauguá – Paraguai – 2011
• Festival Internacional de Folclore de Minas Gerais – 2012
• Encontro Nacional e Internacional de Danças em Montes Claros/MG – 2014


Grupo Folclórico Bergfreunde de Campinho

De onde vem o grupo?
Espírito Santo

       Primeiro grupo folclórico alemão criado no estado do Espírito Santo, o Bergfreunde estreou em 25 de fevereiro de 1984 com o objetivo de resgatar, preservar e divulgar a cultura trazida pelos imigrantes alemães à região de Domingos Martins, que estava sendo perdida como consequência da II Guerra Mundial.
            Além da divulgação da cultura em nosso estado, pelo país e pelo mundo, o Grupo Folclórico Bergfreunde atuou e atua junto à comunidade oferecendo oportunidades para que seus cidadãos possam desenvolver atividades culturais e de entretenimento, que lhes propiciam novos conhecimentos, educativos e culturais, e o relacionamento com pessoas de diferentes níveis culturais, intelectuais, sociais etc.

            O grupo folclórico atualmente possui 19 componentes e no decorrer de sua existência, e através da atuação de seus componentes, repassou seus conhecimentos e experiências a diversas outras comunidades do país, contribuindo para a formação e desenvolvimento de novos grupos folclóricos, atuando inclusive na formação de grupos de outras etnias como a italiana. Além disso, através de suas atuações e apresentações, o Bergfreunde influenciou e motivou o surgimento de grupos folclóricos de outras etnias como portugueses, poloneses, helênicos, italianos entre outros.
            Com o objetivo de manter as tradições trazidas pelos imigrantes alemães, o Grupo Folclórico Bergfreunde de Campinho vem realizando ao longo de seus 33 anos de existência acumulam cerca de 900 apresentações.


Grupo Parafolclórico Fulô do Sertão

De onde vem o grupo?
Ceará

             Surgido no dia 22 de agosto de 2009, Dia do Folclore, com o nome Grupo Parafolclórico Fulô do Sertão, cujo objetivo é o de estabelecer atividades de cultura popular que mesclem o futuro técnico com os usos e costumes do nosso povo, de forma a contemplar ações de respeito e valorização do brasileiro, em especial do cearense.
     Contamos com apresentações em Senador Pompeu, Quixadá, Quixeramobim, Pedra Branca, Solonópoles, cidades estas que compõem o Sertão Central do Ceará, Fortaleza e Aquiraz compondo a Região Metropolitana (Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Rede Cuca, Hotel Dom Pedro Laguna – Aquiraz Riviera, VG Cumbuco (Resorts de Luxo)), Lupus Bier (Casa de Shows), no 46° Festival de Folclore de Olímpia-SP, IV Encontro de Grupos Populares Folgança, II, III, IV E V Festival Internacional de Folclore do Ceará, participação especial no Maracatu Nação Iracema no carnaval 2014 e 2017, Apresentação no Fifa Fan Fest Fortaleza 2014, Bienal Internacional de Dança, I Encontro Nacional e Internacional de Danças (ENDA), em Montes Claros/MG, Circuito de Festivais no Paraguai - Festival del Lago Yguazú, en Juan E. O’Leary; Festival Takuru Puku, en Hernandarias; Festival del Tereré, en Itakyry, II Mostra Inspiração Nordestina, 2º Festival Internacional de Folclore do Maranhão.


Índios Pataxós da Aldeia da Coroa Vermelha

De onde vem o grupo?
Bahia